Ouvidoria fortalece a mediação e impulsiona melhorias na CASSI

Fonte: CASSI | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet/magnific | Data: 03/08/2026 A atuação da Ouvidoria como um importante canal de escuta, mediação e aprimoramento contínuo dos processos da CASSI foi o tema da entrevista concedida pelo ouvidor da CASSI, Daylton Ataíde à ANABB. Na conversa, ele apresentou o papel estratégico da Ouvidoria na experiência dos participantes, destacando a evolução da área e seu compromisso em oferecer soluções cada vez mais ágeis, imparciais e resolutivas. À frente da Ouvidoria desde fevereiro, Daylton ressaltou que o canal vai além do atendimento às manifestações: recebe reclamações, denúncias, elogios, sugestões e pedidos de reanálise. A Ouvidoria atua ainda como uma instância de mediação que contribui para o aperfeiçoamento contínuo dos processos internos e para o fortalecimento da governança da Instituição. Durante a entrevista, ele também explicou que as sugestões encaminhadas pelos participantes são fundamentais para tornar os serviços e produtos cada vez mais aderentes às suas necessidades. Outro destaque da entrevista foi a incorporação das Notificações de Intermediação Preliminar (NIPs) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) à estrutura da Ouvidoria. Medida que fortalece a capacidade de resolução das demandas dentro da própria CASSI, permitindo a revisão de atendimentos e a identificação de oportunidades de melhoria sempre que necessário. Ao abordar o elevado volume de autorizações realizadas pela CASSI, cerca de 17 milhões por ano, Daylton explicou que boa parte das manifestações recebidas pela Ouvidoria está relacionada à reanálise dessas solicitações. Nesses casos, o trabalho da equipe busca verificar cada situação com isenção, corrigindo eventuais falhas e contribuindo para tornar os processos mais eficientes. Para ele, o grande propósito da área é reduzir o esforço do participante para obter o atendimento que precisa, fortalecendo a confiança na Instituição e evitando, sempre que possível, a necessidade de recorrer a instâncias externas para a solução de demandas. A entrevista também evidencia a atuação da Ouvidoria como uma importante fonte de informações para a melhoria contínua da CASSI. Ao transformar as manifestações em recomendações para as áreas responsáveis, o canal contribui para o aperfeiçoamento permanente dos processos e para a evolução dos serviços prestados em todo o país. Assista à entrevista completa e conheça mais sobre a atuação da nossa Ouvidoria e seu papel no fortalecimento da experiência dos participantes.
CASSI reafirma compromisso com o cuidado integral da população LGBTQIAPN+

Fonte: CASSI | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet/pexels | Data: 18/08/2026 A CASSI segue fortalecendo seu compromisso com a promoção da saúde, da inclusão e do respeito à diversidade. A diretora de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento, Luciana Bagno, reafirma que os programas de saúde voltados à população LGBTQIAPN+ permanecem como prioridade da instituição, ampliando o acesso ao cuidado integral e acolhedor. Desde o início de sua gestão, Luciana Bagno promoveu mudanças na área de Saúde com o objetivo de aprimorar os programas existentes e ampliar o alcance das iniciativas voltadas à diversidade, contemplando toda a população CASSI, inclusive LGBTQIAPN+. Nesse contexto, o Programa FlorescerTrans continuará integrando a estratégia de cuidado da CASSI por meio das equipes de Atenção Primária à Saúde (APS). A iniciativa é dedicada ao acompanhamento integral de pessoas transexuais, travestis, não binárias e com vivências de variabilidade de gênero, oferecendo acesso qualificado a serviços de saúde, apoio psicossocial e acompanhamento especializado. O programa tem como foco garantir um atendimento seguro, acolhedor e respeitoso, promovendo bem-estar e qualidade de vida. Segundo Luciana Bagno, a experiência construída com o FlorescerTrans representa um importante avanço na atenção à saúde dessa população e servirá de base para uma proposta ainda mais abrangente. “O Programa FlorescerTrans seguirá fazendo parte das ações da CASSI. O entendimento desta diretoria e de toda a instituição é que devemos avançar para um programa amplo, que contemple toda a população LGBTQIAPN+, fortalecendo o cuidado integral e o acesso à saúde de forma acolhedora e inclusiva”, destaca a diretora. A iniciativa está alinhada ao modelo assistencial da CASSI, que prioriza o cuidado centrado nas pessoas, a promoção da saúde e o acompanhamento contínuo por equipes multiprofissionais. Além da assistência direta aos participantes, a instituição também investe na capacitação permanente de seus profissionais, contribuindo para a construção de uma rede de atendimento cada vez mais preparada para atender às diferentes necessidades da população LGBTQIAPN+ com respeito, dignidade e qualidade. Com esse direcionamento, a CASSI reforça seu papel na promoção da equidade em saúde e na construção de ambientes de cuidado que valorizam a diversidade, ampliando o acesso e fortalecendo ações que contribuam para uma assistência cada vez mais humana e inclusiva.
“CASSI É REFERÊNCIA EM AUTOGESTÃO PELA ESCALA, HISTÓRIA E GOVERNANÇA”

Fala do presidente da Unidas, Mário Jorge, é um dos destaques do ANABB Debate, que também ouviu o conselheiro Deli Soares Fonte: Anabb | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet/pexels | Data: 19/08/2026 Nesta semana, vamos dar sequência à série ANABB Debate, desta vez tratando da autogestão na CASSI, modelo de administração escolhido pela Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil para proporcionar saúde de qualidade para aproximadamente 1,08 milhão de vidas protegidas (somados os convênios de reciprocidade) em todo o território nacional. Ao longo dos seus 82 anos de existência, a CASSI é considerada referência entre as operadoras de autogestão em saúde no Brasil. Para tratar do tema, conversamos com Deli Soares, membro do Conselho Deliberativo da ANABB, e Mário Jorge Vital, presidente da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas). Criada em 1944 por um grupo de trabalhadores do Banco do Brasil, a CASSI atende cerca de 954 mil pessoas em todo o país, considerando todos os seus planos. De acordo com Mário Jorge Vital, da Unidas, ao longo de oito décadas de existência, a CASSI tornou-se referência no segmento, tanto pela sua escala quanto pela história e pela governança associativa. Ele explicou que, considerando o setor como um todo, a autogestão representa 9% do total. “A CASSI diz muito sobre a essência da autogestão”, destacou Mário Jorge. Deli Soares acredita que o sucesso da autogestão na CASSI vem desde a criação da entidade, a partir da vontade de um grupo de funcionários do Banco do Brasil que queria um modelo de assistência que atendesse a todos os trabalhadores do Banco do Brasil. “A CASSI é administrada por funcionários do Banco do Brasil, que são eleitos. Dessa forma, há uma participação muito grande dos funcionários, e essa participação qualifica a assistência”, explicou o conselheiro. As autogestões em saúde têm um público que permanece, em média, entre nove e 11 anos, considerada a maior média do sistema de saúde suplementar. Na CASSI, alguns beneficiários estão no plano há 60 anos. Para Mário Jorge, defender a autogestão é defender um modelo feito de pessoas para pessoas, que não nasce da lógica de venda de um produto ou de um plano, mas do compromisso de uma instituição com a saúde de uma determinada população. A Unidas, por exemplo, foi criada há 24 anos para cuidar dos interesses das entidades de autogestão. A entidade conta hoje com mais de 110 filiadas, representando um universo de 4,3 milhões de beneficiários, o que corresponde a 80% de toda a modalidade. “É bem relevante a nossa representação na saúde suplementar”, avaliou Mário Jorge Vital. Para destacar a importância da autogestão, Deli Soares lembra que a CASSI tem quase um milhão de assistidos. Segundo ele, o diferencial do plano de autogestão é a possibilidade de a administração ser feita com a participação dos próprios beneficiários. Dificuldades enfrentadas Como a saúde é um produto caro sob todos os aspectos, mesmo os planos geridos pelo modelo de autogestão enfrentam problemas, como os altos custos. “A inflação da saúde é muito maior do que o que vem nos salários. A cada três ou quatro anos, é necessário fazer novos aportes e repensar a forma de contribuir, mas a CASSI tem conseguido; tem sido possível. Acontecem falhas, há reclamações, o processo é construído assim. Quando acontecem falhas, elas são corrigidas. Há deficiências, mas a CASSI é, de longe, a melhor do mercado. Não tem comparação”, destacou Deli Soares. Assim como as demais operadoras de saúde, que adotam modelos diversos, e até mesmo o Sistema Único de Saúde (SUS), as entidades de autogestão enfrentam problemas com os altos custos, tendo como uma das principais causas o envelhecimento da população. Segundo Mário Jorge, oferecer uma assistência de boa qualidade é uma dificuldade em todo o mundo. O gestor destaca a dificuldade de financiar o envelhecimento da população. “O envelhecimento se dá também porque a assistência à saúde, no caso do Brasil, é ampla e universal desde 1986, com a 8ª Conferência Nacional de Saúde e, posteriormente, com a criação do SUS. Mesmo havendo precariedade, é ampla. Para os planos de saúde, a questão é ainda mais séria, porque as despesas aumentam muito mais do que o aumento dos salários dos beneficiários, do que o aumento da remuneração”, explicou o presidente da Unidas. As operadoras filiadas à Unidas, que utilizam o modelo de autogestão, além de desenvolverem estratégias para reduzir custos, mantendo a qualidade do serviço prestado e contando com gestores preparados, dispõem do apoio da entidade, que dialoga de forma permanente com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com os poderes Legislativo, Judiciário e Executivo e com os demais órgãos do setor, para levar as particularidades da autogestão aos espaços em que as decisões são construídas. Entidades de autogestão como a CASSI, Postalis, GEAP e Saúde Caixa, entre outras, têm demonstrado, ao longo dos anos, boa qualidade nos serviços prestados. Mário Jorge Vital atribui o desempenho satisfatório ao fato de os gestores fazerem parte da comunidade assistida. “É uma política de cuidado, de proteção e de valorização das pessoas. Quando uma entidade conhece a sua população, essa comunidade é beneficiada, principalmente quando a entidade desenvolve esse trabalho ao longo do tempo, porque acompanha a história da população e entende suas necessidades. A operadora tem melhores condições de construir programas de prevenção, gestão de doenças crônicas, atenção primária, saúde mental, envelhecimento saudável e cuidado coordenado”, explicou Deli Soares, conselheiro da ANABB. Expansão de um modelo que dá certo A expansão da autogestão é discutida pelas entidades que já adotaram o modelo. A adesão por parte de órgãos e empresas passa por ampliar o conhecimento sobre o que significa e como funciona a autogestão, mostrar que existem diferentes formas de organizar esse modelo e que ele pode ser adaptado a realidades distintas, sejam elas regionais ou nacionais. “Muitas instituições ainda não conhecem suficientemente a autogestão ou a associam a uma estrutura complexa, difícil de implementar ou restrita a grandes organizações”, disse Mário Jorge. A expansão também depende de segurança regulatória. Um marco importante para a
Boletim inédito apoia qualificação do cuidado do câncer de mama na CASSI

Fonte: CASSI | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet/pexels | Data: 19/08/2026 O primeiro Boletim Epidemiológico sobre Câncer de Mama da CASSI acaba de ser lançado, com dados e análises sobre a doença entre os próprios participantes. A publicação representa um avanço na estratégia de compreensão do risco populacional e marca uma nova etapa no fortalecimento de iniciativas que apoiam o cuidado relacionado à doença que é a principal causa de morte por câncer em mulheres no Brasil. Além de considerar os estudos nacionais e internacionais, ao entender também as características específicas da própria população a CASSI amplia a capacidade de planejar ações cada vez mais aderentes à realidade dos seus participantes. Com isso, poderá fortalecer ações de prevenção, rastreamento, diagnóstico, tratamento e acompanhamento da doença, além de entender a evolução de novos casos na sua base. Diferenciais Um dos diferenciais do Boletim é a possibilidade de acompanhar a presença do câncer de mama na população CASSI ao longo do tempo. Por contar com uma população acompanhada em diferentes etapas do ciclo de vida, é possível identificar tanto os novos diagnósticos quanto as participantes que já convivem com a doença. Essa perspectiva complementa os indicadores nacionais, que apresentam o monitoramento de novos casos. Crescimento O Boletim mostra que a taxa anual de prevalência do câncer de mama cresceu 73,7% no período analisado. Em 2017, eram registrados 5,7 casos ativos por mil participantes do sexo feminino. Em 2024, esse número alcançou 9,9 casos por mil mulheres. Também apontou um aumento na quantidade de casos em mulheres com mais idade. A maior concentração dos casos permaneceu entre mulheres de 50 a 79 anos, faixa etária que respondeu por 55% dos registros em 2024. As maiores taxas de prevalência se mantiveram entre mulheres com 70 a 79 anos de idade, variando de15,7 em cada 1.000 mulheres em 2017 para 21,4 em 2024. Logo a seguir está o grupo de 60 a 69 anos, com crescimento de 13,4 para 19,0 por 1.000 mulheres na taxa de prevalência. Entre as possíveis explicações para esse aumento estão o envelhecimento da população feminina da CASSI, considerando que o câncer de mama é mais frequente nas faixas etárias mais elevadas, o aumento da sobrevida, decorrente dos avanços no diagnóstico e tratamento, fazendo com que mais mulheres permaneçam contabilizadas entre os casos prevalentes. Número de casos a cada mil participantes CASSI Acesse o documento completo aqui Detecção precoce Os dados também apontam resultados importantes relacionados à continuidade do cuidado na CASSI: entre as mulheres diagnosticadas em 2024, 81,4% haviam realizado mamografia nos 24 meses anteriores ao diagnóstico e 60,5% realizaram biópsia após a mamografia, evidenciando a trajetória de acompanhamento antes da identificação da doença. Além de ampliar o conhecimento sobre o perfil epidemiológico do câncer de mama na população assistida, o boletim fortalece a capacidade da CASSI de desenvolver políticas e programas direcionados às necessidades reais dos participantes. As análises contribuirão para a avaliação contínua das estratégias de cuidado e para a identificação de oportunidades de aprimoramento na atenção à saúde da mulher. Contribuição social Além de contribuir para qualificar as ações de prevenção e cuidado voltados aos seus participantes, o estudo da CASSI também gera conhecimento relevante para o sistema de saúde brasileiro, especialmente para as demais autogestões, ao apresentar dados sobre a taxa de prevalência do câncer de mama. Esse indicador considera tanto os novos diagnósticos quanto as pessoas que permanecem convivendo com a doença ao longo do tempo. A permanência mais longa dos participantes nos planos da CASSI, uma característica das operadoras de autogestão, favorece a visualização desses dados ao longo do tempo, diferentemente dos planos de mercado com maior rotatividade dos participantes. O Boletim, portanto, reforça o papel histórico da CASSI como referência entre as autogestões em saúde, contribuindo para desenvolvimento do setor de saúde suplementar e para o avanço das discussões sobre modelos de cuidado à saúde baseados em evidências. Ações Antes mesmo de o Boletim ficar pronto, a CASSI já identificou aumento de casos entre suas participantes antes de completar 50 anos de idade. Por isso, em 2024, passou a recomendar o início do rastreamento a partir dos 40 anos para mulheres com algum fator de risco, como hereditariedade, e a partir de 45 anos de idade para todas as mulheres. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de iniciar ao rastreamento a partir dos 50 anos, considerando as médias da população mundial. No ano seguinte à CASSI, o SUS também passou a antecipar a recomendação para 40 anos de idade. Iniciar mais cedo o rastreamento faz sentido porque a detecção precoce do câncer de mama melhora o resultado geral do tratamento, bem como a eficácia do primeiro tratamento, reduzindo o risco de morte por câncer. As evidências científicas mostram ainda que a identificação nos estágios iniciais diminui a necessidade de tratamentos mais complexos e, consequentemente, o custo assistencial.
Nova direção da Cassi toma posse e assume compromisso em defesa dos associados

Fonte: spbancarios | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet/pexels | Data: 02/06/2026 Os dirigentes eleitos para a gestão 2026-2030 da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) tomaram posse na segunda-feira, 1º de junho, assumindo o compromisso de fortalecer a assistência à saúde dos associados e garantir a sustentabilidade da entidade nos próximos anos. Para a Diretoria de Saúde, Rede de Atendimento e Risco Populacional, tomou posse Luciana Bagno. Durante o mandato, a dirigente terá como prioridades a ampliação da rede CliniCassi, o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), da Estratégia Saúde da Família (ESF) e dos programas de atendimento médico, psicológico e farmacêutico oferecidos aos associados. Também assumiram seus mandatos os integrantes eleitos para o Conselho Deliberativo. Como titulares, tomaram posse Gilmar José dos Santos e Humberto Fernandes de Oliveira. Como suplentes, assumiram Diusa Alves de Almeida e Loreni de Senger. A diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e integrante do Conselho Deliberativo no mandato 2024-2028, Ana Beatriz Garbelini, destacou a importância da nova gestão para a defesa dos interesses dos associados. “A Cassi é um patrimônio dos funcionários do Banco do Brasil e precisa ser administrada com responsabilidade, planejamento e visão estratégica. Nosso compromisso é seguir defendendo os direitos dos associados e contribuir para que a entidade tome decisões assertivas, garantindo atendimento de qualidade, cuidado com a saúde e preservação dos interesses de todos os participantes”, afirmou. Conselho Fiscal Também tomaram posse os representantes eleitos para o Conselho Fiscal da Cassi no mandato 2026-2030. Diego Carvalho assumiu como membro titular e Luana Narimatsu como suplente. Também dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Carvalho ressaltou o papel do Conselho Fiscal na governança da entidade. “Assumo como conselheiro fiscal com o compromisso de zelar pelos princípios da transparência, equidade, sustentabilidade, responsabilidade e integridade. Nosso trabalho será contribuir para uma governança sólida, que ofereça segurança aos associados, evite riscos e fortaleça os mecanismos de controle e acompanhamento da gestão da Cassi”, declarou. Legado da gestão 2022-2026 A posse da nova direção também marcou o encerramento do mandato 2022-2026, período marcado por importantes desafios relacionados ao financiamento da Cassi e às negociações sobre o custeio da entidade entre os associados e o Banco do Brasil. Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e conselheira com mandato encerrado em 31 de maio de 2026, destacou o trabalho realizado ao longo dos últimos quatro anos. “Vivemos um período de grandes desafios, especialmente diante das discussões sobre o custeio da Cassi e das restrições financeiras enfrentadas pela entidade. Ainda assim, mantivemos uma atuação vigilante e comprometida com os associados, o que permitiu avanços importantes na rede de atendimento, nos programas de saúde e na qualidade dos serviços prestados. Encerramos este ciclo com a convicção de que contribuímos para fortalecer a Cassi e preparar a entidade para os desafios futuros”, afirmou.
Cassi amplia a possibilidade de adesão aos planos exclusivos para familiares e parentes de associados

Fonte: Associados Cassi | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet/pexels | Data: 08/08/2026 A Cassi aprovou a ampliação da adesão aos planos da Cassi exclusivos para familiares para parentes até o 4º grau dos cônjuges, companheiros e companheiras de funcionários, aposentados e ex-funcionários do Banco do Brasil. A partir de agora, a indicação de parentes do cônjuge passa a seguir a mesma regra que já existia. Ou seja: se pais, tios, primos, sobrinhos e até bisnetos, trisavós e tios-avôs do funcionário, considerados parentes consanguíneos, podem entrar na Cassi, esses mesmos familiares da sua esposa ou companheira, que são parentes por afinidade do funcionário, também podem. Essa era uma antiga reivindicação dos associados e associadas que sempre foi defendida pelos dirigentes eleitos da Cassi. “Essa é uma oportunidade para as famílias dos associados terem atendimento de saúde de qualidade através da nossa cobertura de saúde e nosso cuidado”, afirma a conselheira deliberativa eleita Diusa Alves de Almeida. Conheça aqui quem está contemplado Antes, só eram admitidos parentes por afinidade até o segundo grau. A ampliação do grau de parentesco cria a possibilidade de aproximadamente 700 mil novas pessoas aderirem aos planos da Cassi, segundo estudos atuariais que levam em conta os vínculos de cônjuges/companheiros de funcionários, ex-funcionários e aposentados com familiares economicamente aptos. O vínculo para adesão é considerado mesmo com funcionário, ex-funcionário e aposentados do banco já falecidos, pois a sua matrícula BB permanece válida. Isso se aplica até para funcionários BB egressos de bancos incorporados, como Nossa Caixa e Besc. A ampliação do grau de parentesco para adesão aos planos de autogestão, como a Cassi, passou a ser permitida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a partir de julho de 2026. Associados não terão ônus por adesões Usar a matrícula de um parente de funcionário, ex-funcionário ou aposentado BB para aderir à Cassi não gera nenhuma responsabilidade financeira ao dono da matrícula BB em relação ao seu parente que aderiu à Cassi. O pagamento da mensalidade do familiar até 4º grau consanguíneo ou por afinidade é de total responsabilidade desse familiar, que pode procurar diretamente a Cassi e informar a matrícula BB do seu parente. Se desejar, o funcionário, ex-funcionário ou aposentado BB também pode indicar familiares para um dos planos Cassi usando botão disponível no aplicativo, e a Cassi entrará em contato com as pessoas. Use os links abaixo para cara conhecer os planos disponíveis para familiares Planos CASSI Família CASSI Essencial (Com informações do portal www.cassi.com.br)
Nova CliniCASSI Santos é apresentada a participantes

Fonte: Cassi | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet/pixabay | Data: 26/06/2026 As novas instalações da CliniCASSI Santos foram apresentadas nesta sexta-feira, 26 de junho, a participantes da CASSI na Baixada Santista, a lideranças das entidades representativas dos funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil em São Paulo e gestores do BB. Com um número maior de consultórios, sala de sala de espera e recepção mais amplas e confortáveis, o serviço ganhou maior capacidade de atendimento e passou a realizar novos procedimentos, se tornando mais resolutivo. A proposta é que a CliniCASSI Santos seja a primeira opção de atendimento para os funcionários do Banco do Brasil e seus familiares, pois oferece consulta sem necessidade de agendamento. Também está preparada para ser a referência de cuidado em saúde, com acompanhamento contínuo por uma equipe de profissionais de saúde para garantir qualidade de vida, por meio de hábitos saudáveis, e prevenir doenças evitáveis. Essa forma de cuidar “é a força da CASSI” e o que diferencia a Instituição em relação aos demais planos de planos de saúde, destacou a diretora de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento, Luciana Bagno, durante o evento. “A CASSI promove saúde e vai no sentido contrário àquele que vimos a saúde caminhar, infelizmente, no Brasil e no ocidente como um todo, que é foco em doença”, disse Luciana. “Estamos celebrando a vitória da atenção primária à saúde, e é esse o modelo que queremos fortalecer. O Conselho Fiscal tem esse compromisso, para que a CASSI seja cada vez mais próxima e atuante e que a saúde dos nossos participantes seja a nossa prioridade”, enfatizou a presidente do Conselho Fiscal, Sybelle Natalle Braga Chagas. A presidente do Conselho Deliberativo, Graça Machado, destacou a força e o empenho dos funcionários e aposentados do Banco do Brasil na região de Santos e o comprometimento que demonstram ao usarem a CliniCASSI mesmo antes da relocalização. Ela reforçou ter certeza de que a “CliniCASSI Santos, assim como foi, continuará sendo um grande sucesso”. Durante a apresentação, o gerente estadual da CASSI em São Paulo, Marcelo Callai, a gerente da CliniCASSI Santos, Marcela Araújo e representante do Conselho de Usuários da CASSI Reginaldo Fonseca, destacaram a importância das melhorias se da ampliação desse serviço para os participantes. SERVIÇO • Consultas sem necessidade de agendamento prévio e/ou com hora marcada• Sutura e retirada de pontos• Administração de medicamentos• drenagem de furúnculos e hematomas• inserção e retirada de DIU• inserção e retirada de implante anticoncepcional subcutâneo (Implanon)• alívio de quadros agudos de dor por liberação miofascial• lavagem auditivaEndereço: Marcílio Dias, 170, Centro Empresarial Santos, bloco I 3º andarAtendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8h às 18hTelefone: (13) 2101 – 3810
Seminário Híbrido Sobre TEA – 10/06/2026

Convite Especial: Seminário sobre Transtorno do Espectro Autista (TEA) A AAPBB tem a honra de convidar todos os associados e o público em geral para um encontro de extrema importância e acolhimento sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) com a realização da CASSI. O objetivo deste seminário é promover a conscientização, compartilhar informações atualizadas e criar um espaço seguro para a troca de experiências e conhecimentos. Acreditamos que a informação é o melhor caminho para a inclusão e para o fortalecimento da nossa rede de apoio. Palestrantes: O evento contará com a presença de excelentes profissionais de saúde da CASSI que atuam diretamente com o tema: Para garantir que todos possam participar, o evento acontecerá no formato híbrido, permitindo que você escolha estar conosco presencialmente ou acompanhando a transmissão ao vivo de onde estiver. Detalhes do Evento: Seja para entender melhor o assunto, apoiar um familiar, ou aprimorar seus conhecimentos profissionais e pessoais, sua presença é fundamental. Esperamos por você!
Associados conhecem resultados da CASSI

Fonte: CASSI | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet/Freepik | Data: 12/05/2026 A Diretoria Executiva da CASSI realizou nesta terça-feira, 12, em Brasília, uma das últimas apresentações do resultado de 2025 que a partir de quinta-feira, 14 de maio, será colocado em votação. Falando a associados da ativa e aposentados do Banco do Brasil, no Edifício Sede do BB, os diretores também esclareceram dúvidas sobre as informações do último ano. Lideranças das entidades representativas dos associados, assim como participantes presentes no evento, defenderam a aprovação do documento. Assista à gravação da transmissão aqui Este ano, a diretoria bateu recorde de apresentações do Relatório Anual no país. Com o evento de Brasília serão mais de 30 encontros, dos quais 22 presenciais, nas cidades com maior concentração de associados, além de apresentações para entidades e conselheiros de usuários. Haverá ainda outras quatro apresentações presenciais nesta semana: duas em Curitiba, nesta quarta-feira, 13 de maio, às 10h e às 15h, e na quinta, 14 de maio, em Belém, às 9h30, e em Maceió, às 16h. DestaquesO presidente da CASSI, Claudio Said, destacou aspectos relevantes da análise econômico-financeira: trata-se de um déficit exclusivo do Plano de Associados, não afeta os planos dos familiares, e é decorrente de questão estrutural, relativas ao custeio. “É um déficit estrutural relacionado a receitas, que são reajustadas com base nos salários, e as despesas que crescem bem acima. E isso não afeta só a CASSI. O principal indicador de saúde, o VCMH (Variação do Custo Médico-Hospitalar) fica em dois dígitos e as receitas, 4%, 8%”, disse. Said apresentou ainda outros dois dados para reforçar que se trata de questão estrutural, não de gestão, que inclusive contribuíram para prolongar o atual modelo de custeio: o resultado foi melhor do que o do ano anterior e do que o inicialmente projetado para 2025. “Cheguei à CASSI em 2023 com a previsão de que as reservas terminariam em outubro daquele ano, mas isso só deve acontecer efetivamente agora, três anos depois”, disse.A funcionária aposentada do Banco do Brasil Elaine Michel, que também participou do evento, concordou que o resultado reflete um problema de custeio. “A gestão fez mais com menos, mesmo com problema de caixa, manteve o índice de eficiência acima do de outras operadoras, o que demonstra um empenho da Diretoria”. A presidente do Conselho Deliberativo, Graça Machado, recomendou a aprovação do Relatório, pessoalmente e em nome da Anabb, instituição da qual é vice-presidente. “Somos chamados a votar a veracidade das informações: que elas são fidedignas. Estamos votando os pareceres do Conselho Fiscal, do Conselho Deliberativo e da Auditoria Independente. Nós, do CD, analisamos e demos o parecer de que aquelas contas apresentadas estavam fiéis”, enfatizou Graça Machado. Após assistir à apresentação de Brasília, o funcionário da Ditec Antônio Lima também concluiu que o documento pode ser aprovado. “O plano é importante para a nossa categoria e temos o desafio de manter a CASSI funcionando e os novos funcionários têm papel fundamental nisso, e com uma CASSI que atenda às demandas dos funcionários”, disse ele, ao assistir à apresentação desta terça-feira. “As palavras ‘compromisso’ e responsabilidade’ caminham conosco em todas as discussões a respeito da sustentabilidade e do futuro da CASSI. São elas que guiam o debate sobre o cuidado com a gestão de pessoas, dos funcionários da ativa, e dos aposentados, e o Banco está atento a isso. Tenho também um orgulho enorme de como está estruturada a estratégia de cuidado, porque não vejo nada parecido e precisamos preservar isso”, Mariana Pires Dias, diretora de Gestão de Pessoas do Banco e conselheira deliberativa da CASSI. ResultadoO diretor de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento, Fernando Amaral, apresentou dados que mostram o crescimento no uso das CliniCASSI, que estão sendo reformadas e ampliadas, em contrapartida à queda no número de consultas em pronto atendimentos hospitalares. “Além da atenção primária, resolutiva para 80% dos problemas de saúde, nossas CliniCASSI ganharam mais especialistas e passaram a oferecer mais serviços de nível secundário”, disse. O diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, Alberto Júnior, mostrou as ações para melhoria da rede de atendimento, como a contratação de 1,8 mil novos prestadores, a maioria no interior. “Também firmamos parceria com a Unimed para atender mais de 300 municípios nos quais os médicos não aceitam credenciamento, e estamos fechando outra com a Caixa, para outros 1,2 mil municípios”, informou Júnior.O diretor de Administração e Finanças da CASSI, Gustavo Berti, apresentou os dados financeiros que evidenciam o déficit do Plano de Associados, com contribuição média mensal inferior às despesas médias pessoais, ao contrário dos planos para familiares, superavitários. Informou, porém, que a CASSI cumpriu, em 2025, todos os indicadores regulatórios e que contou, para isso, com o adiantamento, por parte do Banco do Brasil, da contribuição patronal sobre o 13º salário dos funcionários da ativa. Também falaram no evento a diretora eleita de Risco Populacional, Luciana Bagno e o presidente da Apabb, Francisco Djalma de Oliveira. Votação do Relatório 2025 Quando: de 14 de maio, a partir das 9h, até as 18h do dia 25 de maio Quem participa: funcionários da ativa e aposentados do BB associados à CASSI, em situação regular com o plano até 31 de janeiro de 2026 Onde: pelo aplicativo e pelo site da CASSI, na área logada, pelos terminais de autoatendimento do BB. Funcionários da ativa também podem votar pelo SisBB Saiba mais em Relatório 2025
Cassi: Saiba como evitar gripes e resfriados e quando procurar ajuda

Fonte: Cassi | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet/pixabay | Data: 30/04/2026 Nesta época em que aumentam os casos de sintomas de gripes e resfriados, nosso médico de família Marcos Marzollo, da CliniCASSI Florianópolis, recomenda atitudes simples para se proteger e cuidar de quem está perto O que realmente funciona: Melhorar a imunidade: Está com sintoma gripal? Quando e onde procurar atendimento?Se tiver febre alta e falta de ar e os sintomas não melhorarem entre 3 a 5 dias, vá à CliniCASSI mais próxima ou use a Telessaúde, que funciona 24 horas e atende por videochamada, sem necessidade de sair de casa. Atenção a crianças e idosos!Cuidado redobrado para esse público, pois pode haver piora a qualquer momento. Qualquer sinal de alerta, busque atendimento médico!

