Previ: O plano da Previ para sua família ficou ainda melhor

Fonte: Previ | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet – Previ | Data: 25/04/2025 Regulamento do Previ Família é atualizado e amplia as possibilidades de acesso à renda mensal. O Previ Família — plano de previdência pensado para quem quer garantir proteção e tranquilidade para os seus familiares — está com regulamento novo. A atualização foi aprovada pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) no último dia 9/4 e publicada no Diário Oficial da União. Entre as novidades, a principal é a ampliação das condições para solicitar o benefício de renda mensal, tornando o plano ainda mais acessível e flexível. Agora, basta ter 18 anos de idade e 5 anos de filiação para poder usufruir do benefício. E tem mais: quem acumular saldo superior a R$ 335 mil* pode solicitar a renda mensal a qualquer momento, sem carência.  Faça a portabilidade para o Previ Família Essas mudanças tornam o Previ Família ainda mais atrativo para quem deseja liberdade na hora de planejar seu futuro. O que mudou? Confira as regras vigentes:  Renda Mensal Benefício Temporário Antes, para ter acesso ao benefício de renda mensal, era preciso ter pelo menos 50 anos de idade e 15 anos de filiação ao plano. Com as novas regras, esse caminho ficou muito mais simples e acessível. A mudança foi pensada para dar mais autonomia e flexibilidade para que todos possam decidir o melhor momento de proteger o futuro.  Quer saber todos os detalhes? Acesse o novo regulamento completo em Nossos Planos > Previ Família > Conheça > Regulamentos e Formulários. Siga os canais oficiais da Previ e continue acompanhando todas as novidades que impactam o seu futuro.

Previ: O 13° está na conta! E agora, qual o seu plano?

Fonte: Previ | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet – Previ | Data: 24/04/2025 Aproveite para aumentar a sua reserva no Previ Futuro. O tão esperado 13º salário já foi depositado e, para muitos, ele representa mais do que um alívio no orçamento: é uma chance real de reorganizar as finanças, quitar dívidas, investir ou até planejar aquela viagem dos sonhos. Mas que tal pensar um pouco mais à frente e investir no seu futuro? Uma excelente opção é fazer uma Contribuição Complementar (2C) no Previ Futuro. Além de ampliar sua segurança financeira, esse aporte extra fortalece o saldo da sua conta e pode fazer toda a diferença na hora de se aposentar. Afinal, quanto mais você investe hoje, melhor será o seu benefício amanhã. Isso porque a renda mensal da sua aposentadoria está diretamente ligada ao valor acumulado ao longo dos anos. Por que investir o 13º no Previ Futuro?  Aumento do saldo de conta Fazer uma Contribuição Complementar significa turbinar o seu saldo. Esse valor se soma ao que você já acumulou, ajudando a construir uma reserva mais robusta e confiável para o futuro. Taxa zero de carregamento Ao fazer uma Contribuição Complementar, você conta com isenção da taxa de carregamento — ou seja, 100% do valor vai direto para o seu saldo de conta, sem descontos administrativos. Incentivos fiscais Ao contribuir com até 12% da sua renda bruta anual, você pode deduzir esse valor do Imposto de Renda. Ou seja: além de poupar, você ainda reduz a mordida do leão. No app Previ, é possível simular quanto aportar para alcançar o teto do benefício fiscal. Mais disciplina financeira Ao destinar parte do seu 13º para o plano, você adota uma postura inteligente e estratégica em relação ao seu dinheiro. Essa atitude fortalece sua disciplina financeira e contribui para uma relação mais equilibrada e saudável com as finanças. Como investir? É simples: No app Previ: Menu Contribuições > Complementar (2C) Esporádica No autoatendimento do site: Meu Plano > Contribuições > Complementar Esporádica (2C)  Fazer uma Contribuição Complementar é mais do que uma escolha financeira — é um compromisso com a sua tranquilidade lá na frente. 

Carta do Gestor de março está disponível

Fonte: Previ | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet – Previ | Data: 11/04/2025 Documento apresenta análises de mercado e informações sobre os Perfis de Investimento do Previ Futuro Conforme divulgado no último mês, a Previ lançou a Carta do Gestor, um novo material informativo que reúne análises de mercado, rentabilidade dos perfis e perspectivas elaboradas pelos especialistas da Entidade. O objetivo é apoiar os participantes do Previ Futuro na tomada de decisões mais conscientes em relação à escolha do Perfil de Investimento. O documento pode ser acessado em um espaço exclusivo no site Previ para consulta por todos os associados. Basta clicar em Prestação de Contas > Carta do Gestor. Além disso, a partir deste mês, os documentos também serão enviados por e-mail aos associados do Previ Futuro. Lembre-se: antes de realizar qualquer migração de perfil, é fundamental conhecer as características, os resultados e as expectativas de cada um deles. A leitura da Carta do Gestor é uma ferramenta importante para essa avaliação. Em breve, serão lançadas versões para o Plano 1 e para o Previ Família.  Contexto Econômico Em março, as incertezas em torno das tarifas de importação propostas pelo governo Trump se intensificaram. Analistas alertam para o risco de desaceleração do crescimento econômico nos Estados Unidos, combinado com elevação da inflação. Como consequência, os investidores buscaram reduzir sua exposição a empresas americanas, especialmente no setor de tecnologia, que acumulou forte valorização nos últimos anos. Esse movimento resultou em uma realocação de investimentos para os mercados europeu, japonês e emergentes. O principal índice de ações dos EUA, o S&P 500, registrou queda de 5,75%, enquanto o Ibovespa teve alta de 6,08% em março. No Brasil, o Banco Central aumentou a taxa Selic para 14,25% ao ano e sinalizou um ajuste de menor magnitude na próxima reunião.  Nosso cenário base prevê que o ciclo de queda da Selic terá início somente em 2026. Já os juros de longo prazo recuaram moderadamente em março, favorecendo o desempenho positivo da classe de renda fixa, especialmente nos papeis pré-fixados e nos indexados à inflação.

Confira o resultado da Previ em fevereiro

Fonte: Previ | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet – Previ | Data: 14/04/2025 Investimentos têm bom desempenho, mas alta da inflação impacta Plano 1 Em fevereiro, os investimentos dos planos da Previ tiveram desempenho positivo: o Plano 1 teve rentabilidade de 0,67%, enquanto o Previ Futuro avançou 0,32%, no consolidado dos perfis. No entanto, o resultado do Plano 1, que havia apresentado uma boa recuperação em janeiro de 2025, foi impactado pelo INPC, que teve alta de 1,48% — a maior variação para o mês observada desde 2003.  Com o impacto da inflação, o Plano 1 encerrou o mês com perdas de R$ 2,9 bilhões. O desempenho reflete a variação das provisões matemáticas, impactadas, principalmente, pela alta recorde do INPC. O déficit acumulado do plano chegou a R$ 4,7 bilhões.  Mas os associados do Plano 1 não precisam se preocupar. A projeção de março já sinaliza uma boa recuperação. Com a desaceleração da inflação no mês e um bom resultado dos investimentos, a estimativa é de um superávit na casa dos R$ 3,5 bilhões, o que deve reduzir significativamente o déficit acumulado do plano.  Plano 1  A carteira de Renda Variável do plano teve uma leve retração em fevereiro, de 0,16%. O resultado foi bem melhor que o do Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores, que desvalorizou 2,64% no mês. A valorização de 1,87% nas ações da Vale, que têm grande representatividade no portfólio, contribuiu para esse resultado.  O segmento de Renda Fixa, que representa cerca de 64% dos investimentos do plano, teve alta de 1,02%, ligeiramente acima do CDI. Os títulos públicos mantidos até o vencimento — ou marcados na curva, no jargão do mercado —, contribuíram para o desempenho, com rentabilidade de 1,13%.  Com o cenário de aumento de incertezas em âmbito internacional, a carteira de investimentos no exterior, que foi destaque de rentabilidade em 2024, registrou queda de 1,86% em fevereiro. Por outro lado, investimentos imobiliários e estruturados capturaram, respectivamente, ganhos de 0,19% e 1,05% no mês, reforçando a importância da diversificação.   Previ Futuro  A carteira de Renda Variável do Previ Futuro recuou 2,61% em fevereiro, acompanhando de perto a desvalorização do Ibovespa no período. Já o segmento de Renda Fixa, no qual a maior parte dos ativos do plano estão alocados, teve desempenho positivo no mês, com rentabilidade de 0,82%, um pouco abaixo do CDI.  Com exceção do segmento de investimentos no exterior, que registrou queda de 1,46% no período, nas demais classes, os resultados foram positivos: imobiliários, 0,79%, e estruturados, 0,80%.   Em relação aos perfis de investimento, a queda da bolsa no período impactou as opções com maior alocação em renda variável, levando ao recuo de 1% no Agressivo e de 1,05% no Ciclo de Vida 2060. Entre os perfis de menor risco, destaques para o Conservador, com rentabilidade positiva 0,69%, e o Ciclo de Vida 2030, com alta de 0,51%.  Cenário econômico   No cenário global, o mês de fevereiro foi marcado por contrastes. A primeira quinzena foi relativamente positiva, devido à percepção de uma trégua na guerra tarifária promovida por Donald Trump. Esse otimismo, entretanto, foi revertido pelo temor em relação à desaceleração da atividade econômica nos Estados Unidos e a retomada do discurso de ampliação de tarifas comerciais pelo governo americano.  Na Europa, apesar dos esforços diplomáticos em andamento, permanece a tensão geopolítica entre Ucrânia e Rússia. Na Alemanha, a eleição de Friedrich Merz como novo líder trouxe expectativas de estímulo econômico por meio da flexibilização do freio da dívida, um mecanismo de controle das contas públicas, e de novos investimentos em infraestrutura.  No Brasil, desde o fim de 2024, a atividade econômica tem mostrado sinais de desaceleração e o fechamento dos dados de janeiro de 2025, divulgado em fevereiro, reforçou essa percepção. O IBC-Br, indicador mensal de atividade econômica, avançou 0,89%, com queda de 0,2% nos serviços, estabilidade na indústria e crescimento de 2,3% no varejo ampliado.   Apesar do superávit primário de R$ 84 bilhões em janeiro — o maior valor nominal da série histórica —, as preocupações em relação à política fiscal persistem, devido ao crescimento das despesas. A equipe econômica sinalizou medidas como mudanças no regime do FGTS, isenção do Imposto de Renda e reforma ministerial.  No mercado de câmbio, o dólar atingiu R$ 5,69 na primeira quinzena de fevereiro, refletindo a acomodação da moeda no exterior e o tom moderado do governo Trump em relação ao protecionismo comercial. Na segunda metade do mês, no entanto, a moeda brasileira se desvalorizou, com o dólar encerrando o período cotado a R$ 5,85.  Perspectivas  De forma geral, o início do ano tem sido mais benéfico para o mercado brasileiro, proporcionando melhor rentabilidade e menos volatilidade. A Previ segue confiante na entrega de valor aos seus participantes, mantendo o foco na diversificação e na gestão prudente dos investimentos. Mantida a conjuntura atual de mercado, as perspectivas para a carteira de investimentos da Previ são positivas para os próximos meses.  A transparência é um dos nossos valores fundamentais. Por isso, o desempenho mensal dos planos é divulgado na seção Prestação de Contas do site, e no App. Para ficar por dentro do resultado e de todas as notícias sobre a Entidade, acompanhe nossos canais oficiais.

Previ: INSS antecipará 13º salário como em anos anteriores

Fonte: Previ | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet – Previ | Data: 07/04/2025 Pagamento será realizado nos meses de abril e maio Aposentados e pensionistas que tem o benefício do INSS pago pela folha de pagamento da Previ receberão antecipadamente o abono referente ao 13º salário nos meses de abril e maio neste ano, juntamente com o pagamento do mês. No mês de abril, será efetuado o pagamento da primeira parcela, correspondendo a 50% do valor  do benefício. A segunda parcela, cujo valor corresponderá à diferença entre o valor total do abono anual e o valor da parcela antecipada em abril, será paga em maio.  Aqueles que recebem o benefício diretamente em instituições bancárias, terão seus créditos conforme o cronograma divulgado pelo INSS.  A medida foi determinada pelo Decreto n° 12.425, publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 4/4.   Unificação de contracheques Previ e INSS   Aposentados e pensionistas da Previ que já possuam benefício do INSS ativo, podem usufruir dessa comodidade, fazendo a adesão a qualquer tempo. Em breve, esse serviço estará disponível, no menu do Autoatendimento. Mas por enquanto, veja como é fácil aderir: A Previ encaminhará a solicitação para o INSS e acompanhará o processo de transferência do benefício. Leia mais em site Previ > Nossos Planos > Folha de Pagamento > Acordo INSS.

Previ: Como acessar o novo autoatendimento

Fonte: Previ | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet – Previ | Data: 07/04/2025 Com a autenticação em dois fatores, o acesso ficou mais seguro e a gente te mostra como fazer. Desde janeiro, o acesso ao autoatendimento do site passou por mudanças importantes: agora, o login é feito com o CPF. No primeiro acesso, é necessário recadastrar a senha e, em todos os acessos, escolher como deseja receber o código de verificação: e-mail ou SMS. As melhorias foram pensadas para tornar a navegação mais segura, prática e unificada. Sabemos que esse processo ainda pode gerar dúvidas. Por isso, preparamos um passo a passo com imagens para ajudar você a acessar o autoatendimento pelo site, de forma simples e tranquila. Pelo app, o acesso permanece como era: basta usar sua matrícula e senha, sem a necessidade de um segundo fator de autenticação. Clique aqui para acessar o tutorial

Relatório Anual 2024 da Previ é publicado

Fonte: Previ | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet – Previ | Data: 31/03/2025 Valorizando a transparência, Entidade mais uma vez antecipa em um mês o prazo legal de publicação. Já está disponível no site Previ o Relatório Anual 2024. A publicação traz aos associados as decisões estratégicas e táticas, o desempenho dos investimentos, e as realizações da Entidade no ano com foco nos resultados financeiros e nas ações Ambientais, Sociais, de Governança e Integridade (ASGI). A Previ adota como base para produção do documento o princípio da transparência, trazendo informações e dados objetivos, além de destaques na comunicação e no relacionamento com os associados e inovações na gestão de pessoas. O relatório busca mostrar os resultados do trabalho da Entidade para o cumprimento de seu propósito de cuidar do futuro das pessoas e de sua missão de garantir o pagamento de benefícios e prover soluções que proporcionem proteção aos associados e seus familiares, de forma integral, segura e sustentável. Para acessar o documento, clique aqui, ou acesse a opção do menu Prestação de Contas >> Informações para os Participantes >> Relatório >> Relatório 2024.  O Relatório Anual segue integrado ao Relatório de Sustentabilidade, em um só documento, que traz as informações sobre desempenho e impactos sociais, econômicos e ambientais, seguindo padrões internacionais de reporte. Elaborado especialmente para os associados da Previ, que são a razão da Entidade existir, assim como a outros públicos de interesse, como o patrocinador Banco do Brasil, colaboradores, fornecedores, parceiros de negócios, demais entidades de previdência complementar e organizações da sociedade civil, o documento apresenta-se em formato unicamente digital, com PDF para download e impressão. Prestação de Contas A consolidação do resultado da Previ é publicada uma vez ao ano, por meio do Relatório Anual. Por lei, as Entidades Fechadas de Previdência Complementar são obrigadas a divulgar seus balanços anuais até o dia 30 de abril do ano subsequente ao ano de referência. A exemplo do ano anterior, a Previ manteve a publicação em 2025 bem antes ao prazo exigido pela legislação.

Confira o boletim de Cenários econômicos de março

Fonte: Previ | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet – Previ | Data: 31/03/2025 Acompanhe a análise da conjuntura econômica atual. No boletim Cenários Econômicos deste mês, apresentamos os valores da inflação de fevereiro, medida pelo IPCA, que apresentou uma variação de +1,31%, a maior para o mês desde 2003.   O documento também analisa os produtos que mais influenciaram na variação do índice. O grupo Educação, que tem peso de 5,95% no orçamento familiar, registrou a maior alta no período, +4,7%. Já o grupo “Alimentação e bebidas”, que tem o maior peso na renda das famílias, com 21,87%, registrou alta de 0,70% no IPCA do último mês.   No âmbito interno, o documento analisa a atividade econômica e o produto interno bruto (PIB), além de abordar a decisão unânime do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa Selic em 1 ponto percentual, para 14,25% a.a. Essa foi a quinta alta consecutiva e levou a taxa básica de juros ao maior patamar desde 2016.   Em relação ao cenário internacional, o boletim destaca as eleições na Alemanha, detalha a conjuntura econômica e as medidas tomadas pela maior potência europeia em resposta aos desafios impostos econômicos. O documento aborda, também, a política monetária dos Estados Unidos e a decisão do Federal Reserve, o banco central americano, de manter a taxa básica da economia no mesmo patamar, entre 4,25% e 4,5%.   O boletim também analisa a curva de juros e os segmentos de renda fixa e variável.  Por fim, apresenta as projeções do mercado, captadas pelo Bacen, para os indicadores de inflação (IPCA), câmbio, Selic e PIB, para os anos de 2025 e 2026.  Cenários Econômicos  O boletim Cenários Econômicos é um conjunto de análises produzido mensalmente pela Gerência de Inteligência de Mercado e Risco de Negócios, com informações relevantes para os participantes da Previ sobre os principais fatos e atualizações ocorridas no mês de referência. Ele está disponível aqui no site da Previ em Investimentos > Cenários Econômicos e no app Previ, na seção Cenários Econômicos. 

Previ: Mais uma conquista para os associados

Fonte: Previ | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet – Previ | Data: 28/03/2025 Nova resolução do CMN elimina a obrigatoriedade de venda de imóveis e valoriza a gestão responsável das EFPCs.Uma importante vitória para os associados da Previ foi anunciada nesta quinta-feira, 27/3: o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a Resolução 5202, que altera a Resolução 4994, que trata das diretrizes para a aplicação dos recursos garantidores das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC). Na prática, a medida aprimora as regras de investimentos das EFPCs, como a Previ. Por exemplo, elimina a obrigatoriedade de venda, até 2030, dos imóveis diretamente administrados pela Entidade e amplia o leque de possibilidades de investimento. A mudança representa uma conquista significativa para a Previ e seus associados. Desde 2018, com a publicação da Resolução CMN 4661, a Entidade vem defendendo, com base técnica e responsabilidade, a reversão das restrições impostas à gestão direta de imóveis. A norma anterior foi substituída em 2022 pela CMN 4994, mantendo limitações que impactavam diretamente a rentabilidade e a diversificação da carteira, além de impor custos operacionais elevados. Atuação firme e coerente A carteira imobiliária da Previ representa aproximadamente 1/3 do sistema, sendo uma das mais sólidas e rentáveis, fruto da experiência acumulada e da gestão qualificada dos seus profissionais. Desde a imposição da vedação, a Previ vinha alertando para o risco de prejuízos da obrigatoriedade de venda ou transferência dos imóveis, até 2030, para Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs). Com o fim dessa obrigação, a Entidade volta a ter autonomia para gerir seus ativos imobiliários com estratégia de longo prazo, sem a pressão que depreciava o valor dos bens. A antiga exigência tinha grande potencial de impacto no valor de mercado dos imóveis da Previ. A mudança, que é um avanço importante, permite à Previ valorizar esse patrimônio — que representa cerca de R$ 13 bilhões no Plano 1 — de forma planejada, estratégica e alinhada aos interesses dos participantes. A mudança da regra representa o reconhecimento de uma luta antiga da Previ, pautada pela coerência técnica e pelo compromisso com os interesses dos associados. Ao longo dos últimos anos, a Entidade participou ativamente dos debates setoriais, contribuiu com propostas concretas para modernização da regulação e atuou de forma transparente junto aos órgãos reguladores. Entre as propostas defendidas pela Previ estavam a possibilidade de manutenção dos imóveis diretamente administrados, a revisão dos limites de participação em empresas, a adequação à Instrução CVM 175 e a inclusão de novos instrumentos de financiamento. Critérios mais rígidos Com as mudanças, as EFPCs poderão investir em ativos relacionados à economia real e ao desenvolvimento sustentável, como créditos de carbono, Fundos de investimentos nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (FIAGROs),  e outros ativos ligados à sustentabilidade, inovação e ao agronegócio. Se, por um lado, a nova resolução amplia o leque de possibilidades de investimento pelas EFPCs, por outro, estabelece critérios mais rígidos para se investir em Fundos de Investimento em Participações (FIPs). O limite de alocação foi reduzido de 15% para 10% dos recursos garantidores, e a exposição total ao FIP passa a ser limitada a 40% da composição de um mesmo fundo para participação das EFPCs. A regulação também reforça a necessidade de considerar a entidade de investimento como cotista, dando mais clareza e segurança ao enquadramento das aplicações. Importante ressaltar que, mesmo com as alterações aprovadas, novos investimentos em FIPs estão vedados na Política de Investimentos da Previ.  Além disso, o CMN definiu regras para margem de derivativos, com objetivo de melhorar o controle de riscos e a transparência das operações, evitando alavancagens indevidas. Outro avanço importante da nova resolução é o tratamento mais adequado para situações de desenquadramento de investimentos, especialmente em casos como recuperação judicial de empresas investidas ou reavaliações de imóveis. O texto reconhece que esses eventos fazem parte da dinâmica do mercado e ajusta a exigência regulatória a uma realidade mais pragmática, preservando os interesses dos participantes sem penalizar as entidades por fatores fora de seu controle direto. A nova norma também proíbe, de forma expressa, o investimento das entidades em criptoativos, como criptomoedas. A decisão reforça o compromisso com a segurança e a estabilidade das carteiras, afastando ativos de alta volatilidade e baixa previsibilidade. Pioneirismo em critérios ASGI Outro ponto importante da resolução é a obrigatoriedade da adoção de critérios ASG (Ambientais, Sociais e de Governança) pelas EFPCs. A Previ, mais uma vez, sai na frente. Desde 2018, a Entidade adota políticas que incorporam esses princípios na gestão dos investimentos e foi além, ao criar o conceito ASGI, incluindo também a Integridade como pilar fundamental. Esse compromisso com a sustentabilidade, a ética e a transparência garantem que os investimentos da Previ estejam alinhados com as melhores práticas de mercado, contribuindo para um futuro mais seguro e equilibrado para seus participantes. A Previ segue atenta às mudanças no cenário regulatório e continuará atuando com responsabilidade, eficiência e foco nos resultados de longo prazo. A alteração das regras representa mais do que uma correção de rumos: é a valorização da boa gestão e da autonomia das fundações que, como a Previ, têm um histórico de solidez, rentabilidade e compromisso com seus participantes.