Banco do Brasil consolida liderança ASG ao integrar o ICO2 B3 pela 16ª vez consecutiva

Fonte: Banco do Brasil | Seção: Notícias | Imagem: Reprodução Internet/Freepik | Data: 12/01/2026

Instituição é destaque ao cumprir integralmente critérios de gestão climática e soluções inovadoras para descarbonização

O Banco do Brasil integra, pela 16ª vez consecutiva, a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3. Criado em 2010 pela B3, em parceria com o BNDES, o ICO2 é um dos principais indicadores ESG do mercado brasileiro e tem como objetivo incentivar práticas empresariais voltadas à eficiência na gestão das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), contribuindo para a transição para uma economia de baixo carbono.

Ao todo, 65 empresas constam no índice, uma elevação ante as 61 que constavam em sua composição no período anterior. O Banco do Brasil figura entre as companhias com melhor relação entre emissões de carbono e receita, além de estar entre as que cumpriram integralmente os dez critérios de gestão climática do índice, fato que reflete o compromisso em unir crescimento econômico e sustentabilidade na transição para uma economia de baixo carbono.

Em 2025, a metodologia do índice passou a ser mais rigorosa, avaliando a relação entre emissões e receita, o Score de Gestão de Emissões (SGEE), a adoção mínima de práticas de gestão e a validação das informações por meio da plataforma ESG Workspace. Essa evolução reflete a crescente exigência do mercado por transparência e governança climática.

“A presença do BB no ICO2 é resultado de uma trajetória consistente, pois desde 2008 divulgamos nosso inventário anual de emissões de GEE, que é auditado externamente e reconhecido com 14 selos Ouro pelo GHG Protocol (FGVces). Além disso, o Banco implementa um plano robusto de descarbonização e compensação, que inclui metas alinhadas ao Acordo de Paris e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, afirma José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB.

A atuação do Banco do Brasil vai além da gestão interna. A instituição é protagonista em iniciativas que fomentem a descarbonização em toda a cadeia de valor, oferecendo consultoria para elaboração de inventários de emissões, linhas de crédito com condições diferenciadas para projetos sustentáveis e soluções inovadoras como fundos de investimento lastreados em ativos de carbono. Em parceria com organismos internacionais, como o Banco Mundial, o BB lançou programas que exigem planos de descarbonização validados por entidades especializadas, garantindo que seus clientes também avancem na agenda climática. Além disso, participa de projetos de REDD+, que preservam mais de 850 mil hectares de florestas, e investe em bioeconomia, energia renovável e agricultura de baixo carbono, consolidando-se como um agente transformador no mercado brasileiro.

Em 2025, o Banco completou 20 anos consecutivos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), também da B3, e segue listado em índices internacionais como o Dow Jones Sustainability Index e o FTSE4Good, além de integrar a A-List do Carbon Disclosure Project (CDP), grupo que reúne apenas 2% das empresas avaliadas globalmente. Esses resultados refletem uma governança robusta, metas baseadas em ciência e uma estratégia integrada que considera variáveis econômicas, sociais, ambientais e climáticas no desenvolvimento de produtos e serviços.

“Mais do que um reconhecimento, essa conquista reafirma que sustentabilidade é parte essencial da cultura corporativa do BB e orienta sua estratégia de negócios. Com esse propósito, o Banco segue avançando em sua Agenda 30 BB, que estabelece compromissos ambiciosos até 2030, como atingir R$ 500 bilhões em carteira de crédito sustentável, ampliar investimentos em energias renováveis e conservar dois milhões de hectares de áreas florestais”, completa Sasseron.